Welcome To Dangerous Friendship


Bem Vindos ao Blog-Site da história Perigosa Amizade.
Aqui estão postados os capítulos da primeira e segunda temporada da história. Você pode achar o link dos capítulos diretamente no site www.perigosaamizade.webnode.com/ ou aqui, na fileira de capítulos abaixo do perfil do blog.
Não comece a ler pela última postagem abaixo se não for o capítulo 01x 01 Amigas Para Sempre - pois provavelmente será o último capítulo postado por nós, então, se você não acompanha a história, saberá de fatos adiantados.
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Obrigada pela atenção, pessoal. E boa leitura. Espero que acompanhem Perigosa Amizade até o fim, por que enquanto houver leitores haverá história.

Com carinho, Gizella, escritora.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Capítulo - 01x 07

O CONCURSO DE BANDAS

Entrando na sala de aula, Ping olhou para Roxy a comendo com os olhos flamejantes de raiva: - A patinha feia está se sentindo a própria Cinderela... – fofocou com Molly, sem perceber a presença de Missy atrás delas.
- É né? E as madrastas invejosas já estão aparecendo! – Missy não hesitou em defender a amiga.
- Argh! – nada estava a favor de Ping.
- Jesus! – exclamou Molly arregalando os olhos ao ver Missy tão nervosa. Sempre a viu como uma menininha calma e dócil, mas agora lembrava mais uma leoa defendendo seus filhotes.
O silêncio da parte de Ping, ou melhor, a falta de resposta a dar para Missy só piorou a situação: - Isso mesmo! Fica quieta por que ninguém mais agüenta ouvir as suas merdas! – acrescentou Missy, por último.
- Missy! – berrou uma voz ofegante.
Missy sorriu ao ver quem era.
Roxy a chamava berrante e euforica, estava feliz por rever a amiga. Não agüentava mais de saudades.
- Mew, pensei que você tivesse faltado! Não te vi na entrada, e nem em lugar nenhum. Onde você tava? – perguntou Roxy, assim que a outra ocupou a carteira ao lado da dela.
- Ah, é que eu tive que fazer umas coisinhas... – explicou com a voz falha. – Mudando de assunto, você está linda! – Missy cutucou a amiga com o cotovelo, sorrindo. - Está totalmente diferente! Aanda interessada em algum garoto, é? Pra mudar assim tão repentinamente e ainda sem me avisar nada – comentou inocentemente esperando que Roxy citasse o nome de Sean.
- Você sabe exatamente porque eu mudei.
Missy desmanchou o sorriso adorável em sua face: - É, acho que sei.
E sinto muito não ter te ajudado com o Derick. Foi tudo tão rápido, você simplesmente sumiu.
- Ei! – Roxy tapou a boca da amiga com a mão. – Não fala dele aqui, tá doida? Vão ouvir! Você sabe como essas pessoas do colégio tem uns orelhões! – exclamou preocupada. Roxy olhava para os lados, tentando ver se alguém havia escutado o que Missy acabara de falar.
Missy, no entanto, apenas riu e tirou aquela mão gelada de sua boca: - É bom te ter aqui de novo, miga – carinhosamente, a abraçou, acabando com o desespero da mesma.
-

No outro canto da sala, Ping não se conformava com o fato de Roxy estar roubando toda a admiração das pessoas.
- Você vai ver, Molly. Essas duas estão se sentindo, mas a graça delas acaba quando a minha começa!
- Isso aí! – Molly a apoiou com o pensamento positivo.
- Eu só não sei o que fazer... – dizia Ping, pensativa, mordendo os lábios da boca enquanto procurava em mente uma solução para acabar com o encanto de Roxy. Ela olhava atentamente para Roxy e Missy, queria sabotá-las, de qualquer jeito.
No mesmo instante, o diretor entrou na sala, interrompendo a professora que explicava sua matéria e deixando os alunos apreensivos, fazendo silêncio.
- Licença, Professora. Não queria atrapalhar a aula – disse ele, já atrapalhando. – Mas estou aqui para dar um recado aos alunos.
- Claro. Esteja à vontade para falar, senhor Castro – respondeu a professora Nadia, de literatura. De todas as professoras, ela era a mais calma e complacente.
- Bem, agora vamos ao que interessa – disse o diretor, de pé parado ao meio da sala. - Como a escola faz parte de uma associação para menores infratores, faremos um baile para arrecadação de donativos.
Em seguida, tudo que se podia ouvir dentro da classe, era os alunos vibrando com um “Aew” interminável.
- Mas, - o senhor Castro aumentou a voz, aquietando os jovens. - Isso será somente ao fim do ano, como uma festa de despedida.
“Ahhh” se entristeceram os alunos.
- Porém, meus jovens, se preparem! Pois daqui a quatro semanas faremos um concurso para eleger a banda que irá tocar no baile.
O diretor fez reverencia para a professora e assim que ele se retirou, a sala virou uma bagunça: todos queriam falar sobre esse tal baile que haveria no final do ano e bolar mil maneiras de como se divertir nesse evento careta.
- Um baile? Ha-ha! Era tudo que eu precisava! – Ping sorriu maldosa.
O baile virou o assunto principal do colégio, abafando a mudança de Roxy e qualquer outra fofoca que estivesse rolando a solta, porém, ninguém parecia interessado no concurso de bandas, exceto Ping, que sempre participava e conseqüentemente ganhava, mas para ela já era tão normal este acontecimento que nem tocava no assunto.
-

Após três aulas sirene tocou dando início ao intervalo da turma da manhã. Roxy saiu apressada, sem esperar por Missy. A roqueira necessitava urgentemente ir ao banheiro.
Então, solitária, a pequena aproveitou para acompanhar Sean.
Ping, ao passar por eles, fitou-os com um ar de inveja e Missy, por sua vez, não deu trela para a colega. A pequena não queria perder nenhum minuto da companhia do aluno novo. Ela também não parava de falar, fazendo milhares de perguntas ao garoto. No entanto, Sean muitas vezes nem prestava atenção, deixando-a falar sozinha sem querer.
Eles perambulavam pelo corredor dos primários, quando de repente, Sean parou diante a uma pilastra e voltou toda sua atenção (que já não era muita) para um cartaz colado no mesmo. Missy calou-se ao perceber a desatenção do menino e questionou, sem entender o que tanto lhe impressionava: - O que foi?
- Lê isso – Sean apontou para o cartaz, sem tirar os olhos deste.
Missy nem se deu o trabalho de ler. Ela já sabia do que se tratava: – Ah, eu sei. É o concurso de bandas que vai ter aqui no colégio mês que vem.
- Exatamente. Parece que vai ser legal.
- É, acho que vai ser legalzinho sim, mas porque está dizendo isso? Você vai querer participar? –
Missy perguntou franzindo a testa. Era como se todo ano tivesse que ser igual: somente Ping participando e, automaticamente, ganhando.
- Não sei. Eu iria precisar de mais alguém... Eu até manjo tocar bateria, e tenho um amigo que manda muito bem na guitarra e baixo, mas ainda falta alguém que saiba cantar. – Sean coçou a nuca, contorcendo a boca. Parecia desanimado.
Missy vibrou. Pensou em se oferecer para participar da banda, mas o garoto já tinha outros planos.
- Eu acho que já sei de uma pessoa que possa fazer isso – Sean falou na mesma hora que Missy pretendia oferecer-se como cantora. - Só não sei se ela vai aceitar.
- Ela? Ela quem? – perguntou em um tom rude, imaginando que fosse uma dessas "apaixonadinhas" pelo garoto ou até mesmo, algum caso de Sean.
- A menina que senta do seu lado na classe, a Roxy, conhece? – respondeu formulando outra pergunta.
- Claro que conheço! Meu Deus! Ela é a minha melhor amiga, poxa! – Ela o respondeu exatamente assim, exclamando. De alguma forma sentia um alivio por ser a sua melhor amiga que Sean tivesse interesse.
- Sério? Nem imaginava. Vocês são muito, diferentes. – disse com simpatia. – Mas será que ela vai topar? – perguntou, mudando a expressão do rosto. Agoniado.
Sean tinha quase certeza de que Roxy negaria esse convite. Ela podia ser rebelde, expressar sem dó a sua opinião e agir sem conduta, mas era tímida. E provavelmente lhe faltasse a voz diante uma apresentação com público.
- Não sei. Se você quiser, posso falar ainda hoje com ela – Missy estava feliz em poder ajudar e servir. Sorridente, olhava-o com os olhinhos mais brilhantes e inocentes que alguém pudera ter.
- Então, fala pra ela ir hoje à garagem, às quatro horas – Sean baixou o olhar para a pequena ao seu lado e abriu um sorriso, acrescentando: – você pode ir junto também, se quiser...
- Eu? Claro que vou! Vou sim – disse ela, interrompendo a fala de Sean sem querer.
Missy não era boa em controlar o próprio entusiasmo perante a um convite tão amigável de um menino incrivelmente lindo. Ela logo se aproximou, encurtando a pequena distância que se mantinha entre os dois. No entanto, o que parecia impossível, aconteceu: Derick chegou bem na hora, entrando na frente de Sean e acabando totalmente com o clima do casal. Se é que havia algum clima.
- Missy, você reparou em como a Roxy mudou? – perguntou, agindo como se o Sean não estivesse lá.
- Não, calma! Depois eu falo com ela. – dizia Missy, tentando tirar o amigo da frente de Sean.
Nada adiantava. Missy era fraquinha e Derick não se retirava do local, continuando a persistir numa conversa forçada com a amiga.
- Vou deixar vocês conversando aí, depois a gente se fala Missy – e dizendo isso, Sean foi para o pátio.
- Até mais – suspirou ela, acompanhando com o olhar ele sumir entre os outros alunos. - Droga! – disse ao ver que Sean não podia mais escutá-la.
- O que foi? – Derick olhou sentido onde Sean havia ido e em seguida direcionou o olhar para Missy - Atrapalhei alguma coisa, foi? – perguntou crente de que tivera atrapalhado.
- Pára de ser tonto, você não atrapalhou nada – mentiu.
Ele riu, falando lentamente – Sa-fa-di-nha!
- Pára de gracinha, Derick! – Missy mudou o tom da voz, deixando grave e profunda. E isso, para Derick, só dedava ainda mais o interesse súbito que ela tinha no novato.
- Tá. Mas e aí, eu não gosto desse cara, melhor você nem ficar de conversinha com ele – ordenou Derick, como um pai mandando em sua filha.
- Ah, pode deixar. Vou te obedecer sim, vai esperando – concordou cínica.
- É sério! Ele pode ser um tipo serial killer que veio pra atazanar as gatinhas do colégio, porque até agora eu só vejo ele atrás de todas – argumentou, lembrando-se da chegada de Roxy junto com Sean ao colégio. – E, cuidado, pelo jeito ele gosta das loirinhas.
- Você bebeu, né? –Missy ria da tamanha imaginação do amigo.


Enquanto isso, na biblioteca, Small estudava atenciosamente até seu irmão entrar e ir até ela, querendo saber se no final das aulas ela iria para a casa junto com ele.
- E aí, maninha, vai ficar aqui ou vai embora comigo?
- Vou ficar aqui. Tenho que me preparar para os testes finais do Prancheta, ele é o melhor colégio para futuras médicas e você sabe disso – o respondeu sem tirar os olhos do livro aberto sobre a mesa.
- Firmeza, então! Divirta-se! – Cachaça na pior das vontades, jogou um livro em cima da irmã. Ele não gostava da total desatenção dela quando falava com ele.
Small desviou do livro e continuou a ler, fazendo anotações em seu caderno e ignorando a irritante presença do irmão.
Cachaça, arrumou o óculos-escuros, pegou o livro de volta e antes de sair da biblioteca, parou frente ao balcão de devolução de livros.
Com a demora da atendente, Cachaça permaneceu na biblioteca tempo suficiente para ver Sean entrar e se sentar ao lado de Small. Ele franziu todo a testa, enciumado.
- Olhe só, o ladrãozinho de lugares chegou! - Cachaça se aproximou de onde eles estavam sentados. - Sabia que eu tava sentado aí? – mentiu.
Sean bufou. O ruim de ser o aluno novo era ter que agüentar os alunos velhos se sentindo ameaçados.
- Só me diz uma coisa, onde está escrito o seu nome? - Sean fingiu procurar pelo nome de Jonathan pela mesa e cadeira – Não estou vendo nada aqui – ironizou. Sean cutucou Small, fazendo-a desviar os olhos para ele. – Por favor, estou cego ou não tem nenhum nome de idiota pinchado na mesa que estou ocupando? – perguntou a ela.
Small, discretamente, riu – junto de outras pessoas que ouviam a pequena briguinha dos meninos.
Ela balançou a cabeça, negativamente, confirmando que não havia nome qualquer nas mesas ou cadeiras.
Cachaça não suportava não ser o centro das atenções, e pior, ficava furioso quando não se dava bem nas brigas das quais ele normalmente causava.
– Escuta aqui, você é novo, por isso eu vou te explicar uma coisa: quem manda aqui sou eu, sacou? – disse autoritário, apontando o dedo na cara de Sean.
Quando Sean se levantou para respondê-lo, a moça que trabalhava de atendente na biblioteca se aproximou e pediu silêncio aos rapazes, chamando Cachaça para entregar a fichinha de confirmação de devolução do livro.
-

- Não liga não, esse meu irmão é um idiota – disse Small tentando se desculpar por Cachaça.
- Tudo bem, você não tem culpa de ser irmã dele. Sem contar que você não parece nada com ele - comentou Sean – e desculpa falar assim do seu irmão. – acrescentou, meio sem graça.
Small sorriu abertamente e perguntou: - O que você veio fazer aqui na biblioteca? Você não parece ser muito do tipo que gosta de estudar – Small às vezes falava sem pensar no efeito que suas palavras causariam.
- Por que não? – Sean se movimentou na cadeira, virando as pernas e corpo na direção da menina. - Posso não parecer, mas eu sou um menino muito estudioso – ele pegou um livro da mesa da garota – Está vendo esse livro? Eu li umas três vezes já – disse orgulhoso.
- Hm, e você pegou ele aqui na biblioteca?
- Sim. Por quê? – Sean despojou o livro de volta a mesa.
- Porque esse livro chegou hoje – replicou ela, arqueando uma sobrancelha.
Sean ficou intacto, com um sorriso meia boca formado nos lábios. E Small continuou a olhá-lo com a sobrancelha arqueada.
- Certo. Você me pegou! – admitiu, e os dois riram. – Eu não sou muito de estudar e só vim aqui pra conhecer o ambiente, e você?
- Eu vim pra estudar mesmo. Não têm condições de estudar na minha casa – explicou, revirando os olhos.
- Acho que consigo entender – disse concluindo que fora o irmão chato o problema. - Mas você é bastante inteligente, nem precisa estudar. Eu vi as respostas diretas que lançava a professora de história.
- Ah, não. Nem sou tão inteligente assim. É que gosto de ler. Leio qualquer tipo de livro, assim acabo me saindo bem nas questões de história – Small não se considerava boa em quase nada, mesmo nos estudos.
Os dois trocaram sorrisos, e na falta do que falar, a garota voltou a ler o livro.
Sean tentou se entreter com alguma coisa, com algum livro, voltando a se sentar adequadamente na cadeira.
Mas o tédio não o perdoou. Ele olhou para a garota e puxou conversa, novamente: - Tem coisa melhor pra fazer do que estudar, sabia?
- Hm... – murmurou Small, sem tirar os olhos do livro que lia. - E o que tem de melhor pra fazer?
Sean largou o livro que segurava e sugeriu a ela, sem temer levar um fora: - Melhor do que falar, eu posso te mostrar o que tem de bom pra fazer – disse com um ar suspeito, pervertido.
Small de imediato o encarou: - Me mostrar? – retrucou. Irrevogavelmente interessada.
- Nossa, que interesse pra quem gosta tanto de estudar! – Sean deu risada, brincando com a curiosidade da menina.
- Mas eu gosto – Small tentou consertar as coisas, estava envergonhada. Sem mais, ela voltou a ler o livro, acabando com o assunto.
- Vem comigo, vamos arrumar algo melhor pra fazer – Sean, levantou-se empolgado, arrastando Small junto a ele.
Small mal conseguiu por o livro na mesa. Ela sentiu um leve arrepio quando Sean a tocou de forma abruptal, a trazendo para bem próximo dele. Ela respirou, calmamente perguntando: - Nós vamos a onde?
- Ah, sei lá. Vamos só tomar um suco mesmo, por que daqui a pouco já bate o sinal e depois da aula eu tenho compromisso.
- Tudo bem. – Small animou-se, seguindo Sean para onde ele fosse. A confiança que Sean gerava nas pessoas era incrível, e invejável, alguns relariam meses para arrancar um sorriso tão natural da parte de Small.
Os dois saíram da biblioteca e foram juntos para lanchonete, conversando e, trocando idéias, descobrindo que não tinham muito em comum, principalmente o interesse pelos estudos.
Sean podia ser craque em cálculos, mas isso nasceu com ele, era uma facilidade do garoto mexer com números – ele raramente parava para estudar.

Depois de um tempo a sirene soou forte, obrigando os alunos a voltarem para suas salas.
Já no primeiro A, a professora de geografia tentava animar a classe: - Jovens, o diretor deixou comigo a lista para os candidatos que quiserem participar do concurso. Alguém dessa sala vai querer se inscrever? – perguntou olhando para a classe, esperando alguém se manifestar, mas ao invés disso, fez-se um silêncio mortal entre os alunos.
Constrangida, a professora dobrou o papel: – Já que ninguém vai querer... – dizia a professora, preparando-se para guardar a lista em sua pasta.
Ping estava pensando seriamente em não participar, pois como sempre ganhava, não tinha mais graça e como havia um longo período para se decidir, a garota podia se inscrever depois.
Naquele instante, Roxy olhou para Sean, pensando em como eles faziam uma dupla fantástica e poderiam até ganhar. Mas a roqueira não se atreveu a dizer nada e continuou intacta apenas a observá-lo. Sean, por sua vez, estava de braços cruzados e cabeça baixa sobre a mesa, pensando se valeria a pena se inscrever, ou não. Ao levantar a cabeça e olhar para o lado da janela, viu Roxy o olhando, como se quisesse dizer “vai, se inscreve” e ao percorrer com os olhos para próximo a mesa da professora, ele notou que Missy o olhava da mesma forma que Roxy.
Ele ergueu o corpo e apoiou as costas no encosto duro da cadeira: - Quais são as regras? – a pergunta dele quebrou o silêncio dentro da sala. Todos o olharam, e Missy sorriu. Ela sabia que ele tomaria uma atitude.





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